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BLOG INFORMATIVO

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

BOCA DE CAÊRA INFORMA

No mês de dezembro, o blog informativo Boca de Caêra participou do I Prêmio de Blogs Alagoanos na categoria Política.  Prezando pela democratização, de todos que fazem o Boca de Caêra, uma enquete foi realizada com a seguinte questão; O que você achou do blog Boca de Caêra esta participando de um concurso de blogs? -  As opções de respostas foram: Bom, Ruim, Ótimo ou Péssimo. Após uma semana de votação, o resultado foi de 100% de aprovação, sendo que 40% acharam Bom e os outros 60% Ótimo.

Infelizmente o Boca de Caêra não conseguiu ganhar este concurso, mas um comentário deixado por uma  apoiadora do nosso blog no site da votação do concurso deixou claro o que move os princípio deste espaço, estar o lado dos interesses do povo. Segue o comentário: "Um blog necessario. Eu voto!" (Anna-10 de dezembro de 2010)

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

COMPANHEIRO ELIAS! PRESENTE!


As 16h do dia 8 de dezembro, um grupo para-militar formado por jagunços da usina Utinga Leão, situada entre as cidades de Rio Largo e Messial-AL, invadiram por uma mata um acampamento organizado pela Liga dos Camponeses Pobres e tocaram o terror entre os acampados, gritaram nomes de lideranças camponesas da região e por um acaso neste havia uma grande liderança, o companheiro Elias Francisco Santos da Silva que foi morto com vários disparos de armas de grosso calibre e demais que a pericia identificou como de uso exclusivo das forças armadas, como a exemplo o fragmento de uma cápsula  do que seria uma escopeta de uso registro as Forças Armadas Brasileiras.

O companheiro Elias era um homem simples, de uma família humilde, possuía hábitos comuns e trabalhava com muita dignidade. Dirigia a quase um ano a ocupação da área conhecida popularmente como Lageiro no município de Messias-AL. Não era de deixar se levar por falsas promessas, desta forma foi que se aproximou da Liga dos Camponeses Pobres, uma organização séria a qual Elias tinha orgulho de pertencer e defender. Casado, pai de 6 filhos, vivia e produzia com sua familia e tantas outras que estavam acampadas na área.

Existem inúmeras denuncias realizadas pelo movimento camponês alagoano de que há muito a usina Utinga Leão vem treinando seus vigilantes para servir como milícia no combate aos camponeses pobres. Mesmo após diversas denuncias, protestos e manifestações vimos nosso caro companheiro ser brutalmente assassinado pelas mãos do latifúndio. Os jagunços tinham, além das armas exclusivas, capuzes e coletes aprova de balas. Após assassinarem o companheiro Elias e expulsarem os demais camponeses do acampamento, os criminosos permaneceram por entre as arvores que cercam a área até a primeira guanição da Policia Militar chegar, esta ao chegar foi recebida a bala pelos jagunços e foram obrigados a bater em retirada, depois com reforço, voltaram e mais uma vez houve combate, mas o comandante se viu obrigado a se retirar, pois segundo ele os PM's não estavam treinados para combaterem naquelas condições (na mata) porque não havia sido treinados para isso. Estes acontecimentos aliados ao fato de só executarem apenas uma liderança da organização camponesa demonstra que este grupo teve treinamento tático-militar, de inteligência e combate em selva, uma verdadeira tropa de choque do latifúndio.

Na manhã do dia 9 de dezembro, por volta das 10h, quatro elementos, supostamente, os mesmos criminosos do companheiro Elias, tentaram intimidar camponeses do Movimento Terra, Trabalho e Liberdade - MTL. Mas este já haviam armado seu esquema de segurança e conseguiram botar os jagunços pra correr.

O enterro foi simples e rápido. Os familiares queriam faze-lo o mais rápido possível, pois a brutalidade fascista dos bandidos foi tamanha que alvejaram a queima roupa um tiro de espingarda calibre 12 na face do companheiro, impossibilitando de o caixão ser aberto durante o seu enterro. Mas isto não impediu de que fosse realizadas todas as honras e homenagens proletárias ao combativo defensor da classe trabalhadora. Pra inicio foi cantado o hino da Internacional, logo após cada companheiro e familiar expressou suas últimas palavras ao camarada. Sempre ao fim de cada fala todos vibravam: Companheiro Elias! Presente!

"Sabei que o povo não falha seja aqui em em outra terra." (Zeca Afonso)

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

TRABALHADORES E ESTUDANTES BRASILEIROS PEDEM A LIBERTAÇÃO DE ADVOGADO COMUNISTA PRESO INJUSTAMENTE NA CHINA


Apesar da demora, em fim o vídeo sobre o protesto de organizações democráticas brasileiras pedindo a imediata libertação do advogado chinês Zhao Dong-min.


As palavras de ordem exigindo “Liberdade para Zhao Dong-min”, gritadas em português e também em inglês, ecoaram no setor de embaixadas de Brasília, nesta quinta-feira, dia 18 de novembro. Os manifestantes que se postaram em frente ao portão principal da Embaixada da China, na Avenida das Nações, quadra 813, portavam dois grandes estandartes que estampavam a foto do advogado chinês Zhao Dong-min, faixas exigindo a sua imediata libertação, além de bandeiras das entidades.
A manifestação de protesto, contra a prisão ilegal e contra a absurda condenação a três anos de cárcere imposta ao advogado chinês Zhao Dong-min, foi organizada pela ABRAPO – Associação Brasileira dos Advogados do Povo, IAPL – International Association of People’s Lawyers, Liga Operária e CEBRASPO – Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos. Operários, advogados e estudantes de direito demonstraram o total repúdio à política fascista do governo da China de perseguir e encarcerar quem luta contra o regime de escravidão e corte de direitos a que são submetidos os trabalhadores no país.
Mostrando a mesma atitude autoritária e arbitrária do seu governo, além de total despreparo para o exercício de funções diplomáticas, o embaixador da China no Brasil, Qiu Xiaoqi, negou-se a receber o documento elaborado pelas entidades organizadoras do protesto. A atitude do embaixador foi acionar a polícia militar que imediatamente cercou a entrada da embaixada. A delegação de representantes das entidades se postou em frente ao portão da representação da China que permaneceu todo tempo fechada. Gritos histéricos em chinês proferidos de dentro da embaixada e que eram ouvidos do lado de fora dos muros causaram risos entre os manifestantes.
Usando um potente megafone, os manifestantes mantiveram o protesto, com discursos de apoio e solidariedade a Zhao Dong-min, aos trabalhadores da China e de repúdio ao fascismo do Estado chinês. Ao final do ato, já que o embaixador negava-se a receber o documento das entidades, os manifestantes colocaram o documento na caixa de correio da embaixada. Nesse documento, ressaltam-se protestos veementes contra a absurda e ilegal prisão e condenação do advogado Zhao Dong-min e se reitera a exigência dos trabalhadores brasileiros pela sua imediata libertação; a declaração de sua inocência, compensação de suas perdas financeiras e sofrimento mental; punição rigorosa dos responsáveis pelas falsas acusações que originaram a sua arbitrária e ilegal prisão.
Os manifestantes entoaram o hino da Internacional durante o protesto e ao final saíram em passeata e com o firme propósito de levar a campanha pela libertação do advogado Zhao Dong-min para as universidades e locais de trabalho.

Veja o documento das entidades:
Brasília, 18 de novembro de 2010
Ao
Embaixador da China no Brasil
Qiu Xiaoqi
Senhor Embaixador,
A ABRAPO – Associação Brasileira dos Advogados do Povo, a IAPL –International Association of People’s Lawyers, o CEBRASPO – Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e a Liga Operária, manifestamos o repúdio dos advogados e trabalhadoress brasileiros contra a detenção ilegal e posterior absurda condenação do advogado Zhao Dong-min.
Zhao Dong-min representa a justa luta dos trabalhadores chineses por seus direitos. Este advogado foi submetido a absurda sentença, no dia 20 de outubro, de três anos de prisão acusado de “reunir uma multidão para pertubar a ordem social”. Ele estava preso ilegalmente desde o dia 19 de agosto de 2009 após defender a organização dos trabalhadores de empresas estatais para constituir um grupo de defesa dos direitos trabalhistas com a tarefa de supervisionar a “reestruturacão” das empresas do Estado, para que as administrações não retirem direitos dos trabalhadores, elaborando relatórios e denúncias sobre casos de corrupção e abusos de poder.
Repudiamos essa inaceitável opressão contra este fiel representante dos trabalhadores. É essa a “nova fisionomia” que a China de hoje quer passar para o mundo?
No Brasil, nós trabalhadores também temos sentido na pele o quanto nefasta tem sido a política de “reestruturação” e privatização das empresas estatais, com cortes de direitos, demissões e todo tipo de corrupção. Por isso, somos totalmente solidários aos trabalhadores chineses e em particular a Zhao Dong-min.
Nesse sentido, expressamos ao governo da China os nossos veementes protestos contra a absurda e ilegal prisão e condenação do advogado Zhao Dong-min e reiteramos a exigência dos trabalhadores brasileiros pela sua imediata libertação; a declaração de sua inocência, compensação de suas perdas financeiras e sofrimento mental; além da punição rigorosa dos responsáveis pelas falsas acusações.
ABRAPO – Associação Brasileira dos Advogados  do Povo
Liga Operária
IAPL – International Association of People’s Lawyers
CEBRASPO – Centro Brasileiro de  Solidariedade aos Povos

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

BADH MAOÍSTA CONVOCA TRÊS SEMANAS DE GREVE EM CHHATTISGARH

Retirado do Blog REVOLUCIÓN NAXALITA, postado no dia 1º de dezembro de 2010.

O Partido Comunista da Índia (maoísta) fez um apelo para bandh (greve geral) por um período de três semanas em Bastar em Chhattisgarh. O bandh começará a partir de 02 de dezembro e pediu às pessoas para se abastecer de mercadorias e que se abstenham de viajar para fora de suas aldeias.


Enquanto isso, cartazes maoístas tenham aparecido em muitas aldeias remotas em Dantewada e Bijapur do Sul Bastar de plantão para o bandh de 02 de dezembro, assinada pelo PLGA (Exército Popular de Libertação Gerrillero), que é o braço armado do maoístas.



Em outras ações maoístas de hoje prendeu um líder local do TDP em Andhra Pradesh.



Um grupo de cinco maoístas incendiaram um autocarro dos transportes do Estado, na aldeia de Tupakulagudem.



Em West Bengal líderes maoístas executado dois PCI-marxista reacionária. Os mortos são Bikas Mondal e Arun Mahato. Mahato desapareceu em 25 de novembro, enquanto lutam contra as ações dos maoístas na região.

Em outro incidente, maoístas incendiaram a casa de Harish Mahato, um líder local do PCI-M em Jhargram no mesmo distrito, em 30 de novembro

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A GUERRA DO RIO: A FARSA E A GEOPOLÍTICA DO CRIME


Nós que sabemos que o “inimigo é outro”, na expressão padilhesca, não podemos acreditar na farsa que a mídia e a estrutura de poder dominante no Rio querem nos empurrar.

Achar que as várias operações criminosas que vem se abatendo sobre a Região Metropolitana nos últimos dias, fazem parte de uma guerra entre o bem, representado pelas forças publicas de segurança, e o mal, personificado pelos traficantes, é ignorar que nem mesmo a ficção do Tropa de Elite 2 consegue sustentar tal versão.

O processo de reconfiguração da geopolítica do crime no Rio de Janeiro vem ocorrendo nos últimos 5 anos.

De um lado Milícias, aliadas a uma das facções criminosas, do outro a facção criminosa que agora reage à perda da hegemonia.

Exemplifico. Em Vigário Geral a polícia sempre atuou matando membros de uma facção criminosa e, assim, favorecendo a invasão da facção rival de Parada de Lucas. Há 4 anos, o mesmo processo se deu. Unificadas, as duas favelas se pacificaram pela ausência de disputas. Posteriormente, o líder da facção hegemônica foi assassinado pela Milícia. Hoje, a Milícia aluga as duas favelas para a facção criminosa hegemônica.

Processos semelhantes a estes foram ocorrendo em várias favelas. Sabemos que as Milícias não interromperam o tráfico de drogas, apenas o incluíram na listas dos seus negócios juntamente com gato net, transporte clandestino, distribuição de terras, venda de bujões de gás, venda de voto e venda de “segurança”.

Sabemos igualmente que as UPPs não terminaram com o tráfico e sim com os conflitos. O tráfico passa a ser operado por outros grupos: milicianos, facção hegemônica ou mesmo a facção que agora tenta impedir sua derrocada, dependendo dos acordos.

Estes acordos passam por miríades de variáveis: grupos políticos hegemônica na comunidade, acordos com associações de moradores, voto, montante de dinheiro destinado ao aparado que ocupa militarmente, etc.

Assim, ao invés de imitarmos a população estadunidense que deu apoio às tropas que invadiram o Iraque contra o inimigo Saddam Hussein, e depois, viu a farsa da inexistência de nenhum dos motivos que levaram Bush a fazer tal atrocidade, devemos nos perguntar: qual é a verdadeira guerra que está ocorrendo?

Ela é simplesmente uma guerra pela hegemonia no cenário geopolítico do crime na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

As ações ocorrem no eixo ferroviário Central do Brasil e Leopoldina, expressão da compressão de uma das facções criminosas para fora da Zona Sul, que vem sendo saneada, ao menos na imagem, para as Olimpíadas.

Justificar massacres, como o de 2007, nas vésperas dos Jogos Pan Americanos, no complexo do Alemão, no qual ficou comprovada, pelo laudo da equipe da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, a existência de várias execuções sumárias é apenas uma cortina de fumaça que nos faz sustentar uma guerra ao terror em nome de um terror maior ainda, porque oculto e hegemônico.

Ônibus e carros queimados, com pouquíssimas vítimas, são expressões simbólicas do desagrado da facção que perde sua hegemonia buscando um novo acordo, que permita sua sobrevivência, afinal, eles não querem destruir a relação com o mercado que o sustenta.

A farsa da operação de guerra e seus inevitáveis mortos, muitos dos quais sem qualquer envolvimento com os blocos que disputam a hegemonia do crime no tabuleiro geopolítico do Grande Rio, serve apenas para nos fazer acreditar que ausência de conflitos é igual à paz e ausência de crime, sem perceber que a hegemonização do crime pela aliança de grupos criminosos, muitos diretamente envolvidos com o aparato policial, como a CPI das Milícias provou, perpetua nossa eterna desgraça: a de acreditar que o mal são os outros.

Deixamos de fazer assim as velhas e relevantes perguntas: qual é a atual política de segurança do Rio de Janeiro que convive com milicianos, facções criminosas hegemônicas e área pacificadas que permanecem operando o crime?

Quem são os nomes por trás de toda esta cortina de fumaça, que faturam alto com bilhões gerados pelo tráfico, roubo, outras formas de crime, controles milicianos de áreas, venda de votos e pacificações para as Olimpíadas? Quem está por trás da produção midiática, suportando as tropas da execução sumária de pobres em favelas distantes da Zona Sul? Até quando seremos tratados como estadunidenses suportando a tropa do bem na farsa de uma guerra, na qual já estamos há tanto tempo, que nos faz esquecer que ela tem outra finalidade e não a hegemonia no controle do mercado do crime no Rio de Janeiro?

Mas não se preocupem, quando restar o Iraque arrasado sempre surgirá o mercado financeiro, as empreiteiras e os grupos imobiliários a vender condomínios seguros nos Portos Maravilha da cidade.

Sempre sobrará a massa arrebanhada pela lógica da guerra ao terror, reduzida a baixos níveis de escolaridade e de renda que, somadas à classe média em desespero, elegerão seus algozes e o aplaudirão no desfile de 7 de setembro, quando o caveirão e o BOPE passarem.

DEIXA O POVO TRABALHAR! PREFEITURA ALAGOANA PERSEGUE FEIRANTES

Desde as enchentes de junho, que a prefeitura de União dos Palmares, dirigida pelo prefeito Areski de Freitas (Kil), considerando que as enchentes varreram os bairros que antes eram situados nas margens do rio Mundaú, começou uma empreitada para transferir a feira popular da cidade para estas áreas destruídas. A questão é que a maioria dos feirantes não concorda, mas alguns órgãos comunicativos locais afirmam que é o mais correto a se fazer, porque a feira popular não dá espaço para os carros passarem nem deixam espaço para ver as vitrines das lojas afrescalhadas da pequena burguesia local, além de, segundo os mesmos, causar uma bagunça danada. Tudo não passa de um processo subliminar de criminalização dos trabalhadores da feira popular palmarina.

Na cidade existem inúmeros fiscais responsáveis pela cobrança de tributos municipais, são os cobradores de “chão”, ou os canalhas que exploram os feirantes palmarinos, como acontece em todas as feiras populares do estado de Alagoas. Se a feira é uma bagunça a culpa é desses bandidos, que ao invés de organizar a feira ficam cobrando propina, explorando o trabalho dos outros.

A localização da feira é um espaço privilegiado na cidade de União dos Palmares, se trata da principal avenida do município e a feira é a maior da região. Os trabalhadores que não tem condições financeiras de gastar nas lojas realizam todas as suas compras na feira, o que causa ódio aos lojistas.

Outra questão, sobre a história e os processos geográficos da região, segundo estudos realizados, as enchentes do rio Mundaú são propicias a acontecerem de dez em dez anos, nos últimos trinta anos houve exatamente três grandes enchentes, e entre estas a feira que era nas margens do rio foi transferida justamente por causa das enchentes e agora querem retroceder a feira para lá de novo. Na hipótese mais inocente, isto é, no mínimo uma grande burrice e na pior uma grande criminalização do trabalho honesto destes homens e mulheres.

Esconder a feira para aumentar o cartaz das lojas burguesas, na sociedade capitalista é assim não solucionam os problemas objetivos, como o transito e a organização da feira, mas em compensação empurram soluções superficiais como esconder a feira e varrer os problemas sociais para debaixo do tapete.


Os trabalhadores têm direito a trabalhar honestamente!

Trabalhar não é crime!

Abaixo a criminalização dos feirantes palmarinos!

A GUERRA DE COMADRES

Desde o último dia 23 de novembro, os traficantes começaram uma campanha de ataques para supostamente, segundo a PM do Rio, causar pânico as autoridades cariocas. Mas, mesmo após a empreitada das forças estatais para “acabar com o tráfico”, não tem dado resultados nenhum até o exato momento do dia 25. Nenhuma baixa de traficantes nem policiais, nenhuma prisão e menos ainda nenhuma identificação das principais lideranças criminosas.

O que percebesse é que a população está amedrontada, trancafiada em suas casas vendo a briga de dois grupos onde nenhuns dos dois lutam pelos interesses dela. Os traficantes lutam para que tudo continue como antes, pagando propina a policia e seguir traficando e subjugando a população das periferias as humilhações impostas sob o fogo de seus fuzis, a polícia quer mostrar serviço ao estado que só pensa em fazer bonito na copa e nas olimpíadas mostrando que pode e consegue liquidar a criminalidade.

Esta “guerra ao tráfico” na verdade é uma carapuça para encobrir o fascismo da polícia brasileira e criminalizar os movimentos populares que se opõem as UPP’s os acusando de cumplicidade com o tráfico. O povo não tem nada a ganhar ou perder com esta guerra de comadres, pois no fim estarão todos unidos contra o povo mais uma vez.