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sexta-feira, 11 de março de 2011

SAUDAÇÕES ETERNAS AO COMPANHEIRO PAULO QUEIROZ!

Companheiro Paulo Queiroz Bezerra

Reproduzimos a seguir uma nota dos companheiros do jornal A Nova Democracia, a respeito do falecimento de um grande companheiro.
Recebemos com profundo pesar a notícia do falecimento do jornalista Paulo Queiroz Bezerra.

Paulo Queiroz era membro do conselho editorial de A Nova Democracia e, desde Rondônia, colaborava com a luta pela imprensa democrática e popular.

Há três décadas o companheiro, paraibano de nascença, vivia e trabalhava em Rondônia. Colaborou com vários veículos de imprensa e foi justamente através da sua valente coluna Política em Três Tempos no Estadão do Norte que travamos conhecimento. Foi presidente do Sindicato dos Jornalistas de Rondônia, correspondente do Jornal do Brasil (RJ) na Amazônia, foi articulista político dos jornais O Guaporé, Diário da Amazônia, Estadão do Norte, entre outros. Colaborou também com o portal Tudo Rondônia e era o editor geral da página na internet Rondônia Sim.

Aqueles que encontravam as portas do monopólio da comunicação fechadas para os apelos populares, tinham em Paulo Queiroz um porta-voz militante. Dava voz aos camponeses, operários, estudantes, povos indígenas…

Aos 63 anos de idade, Paulo Queiroz não impunha limites para o seu trabalho. Faleceu na sede do Rondônia Sim. Seu corpo foi encontrado por parentes na tarde de ontem, dia 9 de março, e está sendo velado na sede da Reitoria da Unir desde 12 horas desta quinta-feira.

A Nova Democracia lamenta profundamente a perda do companheiro Paulo Queiroz. Em sua homenagem publicamos uma de suas colunas Política em Três Tempos.

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Política em três tempos
por Paulo Queiroz
24 de Agosto de 2008

1 – O POVO UNINDO-SE
“Conquistar a Terra” não é apenas o título do hino da luta pela terra que será entoado nesta sexta-feira (22), a partir das 19h, no campus José Ribeiro Filho, da Universidade Federal de Rondônia (Unir), em Porto Velho, pelos participantes do 5º Congresso da Liga dos Camponeses Pobres (LCP), durante o ato que marcará a abertura do evento. É, além da evocação do canto que conclama à transformação do mundo e à luta por uma sociedade justa, a síntese de outras três palavras de ordem sob as quais os que confiam no triunfo dessa justiça vão estar reunidos para fazer um balanço das atividades do movimento, avaliar suas possibilidades, estimar os perigos que os espreitam, inventariar suas forças, gloriar seus mortos e perscrutar os caminhos por onde projetar os próximos passos.

Os que no campus da Unir estarão reunidos neste dia vão, das 19h desta sexta-feira até à noite do dia seguinte (sábado, 23), sob entoações do hino “Conquistar a Terra”, dizer a todos que “A Amazônia é Nossa”, propor aos que têm fome e sede de justiça “Tomar todas as terras do latifúndio” e proclamar a plenos pulmões “Abaixo a criminalização da luta pela terra”.
Passa-se a palavra aos organizadores desse encontro, que falarão diretamente ao leitor por intermédio do texto de apresentação do evento. Som na caixa: “Iniciamos os preparativos para o 5º Congresso da LCP em meio a uma situação extraordinária para a luta camponesa em nosso país. O fato inegável é que os camponeses estão rasgando as ilusões com a reforma agrária falida do governo.”

“Cortar a terra por conta, entregar aos camponeses pobres sem terra ou com pouca terra, desenvolver a produção baseada na ajuda mútua e cooperação e criar a organização do poder político nas áreas tomadas do latifúndio. Esta é a Revolução Agrária que faz estremecer os latifundiários, grandes burgueses e seus amos imperialistas. Os ataques contra os camponeses tentam esconder que os bandidos em Rondônia são os latifundiários que cometem os piores crimes contra o povo.”

2 – CONFLITOS AGUDOS

“A região amazônica assume importância estratégica para os países imperialistas em sua corrida por matéria prima abundante, por novas fontes de energia e apropriação das riquezas da biodiversidade. Tudo para fazer frente ao agravamento da crise geral do capitalismo. Principalmente EUA, Europa e Japão, todos querem a Amazônia.”

“A questão do desmatamento mostra os agudos conflitos interburgueses. Grandes latifundiários plantadores de soja, de cana e criadores de gado, grandes madeireiras, grandes mineradoras e grandes empreiteiras digladiam com ong’s ambientalistas e monopólios da imprensa dos países imperialistas.

São diferentes frações do capital. Todas ligadas ao imperialismo, que disputam a maneira mais conveniente de tomar a Amazônia.”

“Os camponeses, os índios, os ribeirinhos, povo da região são os únicos que podem impedir os planos de ocupação predatórios, desmatamento, roubo de riquezas e venda da Amazônia. São os únicos capazes de defender verdadeiramente o território e a soberania do país, através da sua povoação massiva e ordenada, bem como da exploração racional e em proveito dos filhos do país.”

“O que temos visto é a aplicação de uma política não só de impedimento da ocupação, mas de expulsão destas populações, seja pela falta de qualquer política agrária, de demarcação e regularização de terras, seja pela ação dos bandos armados do latifúndio ou pela repressão e terror do Estado contra o povo. Faz uso da legislação que favorece somente os ricos numa escalada para a criminalização do trabalho dos pequenos proprietários e da luta dos camponeses pobres pela terra.”

“É o caso da operação Arco de Fogo, que fechou centenas de pequenas e médias serrarias, causando desemprego e quebradeira no comércio das cidades que vivem da madeira. Mas as grandes madeireiras vão continuar derrubando com autorização do Ibama, sob a farsa de “planos de manejos” ou a prática corriqueira da corrupção dos agentes fiscalizadores. A forma de legalizar isso é o aluguel de florestas.”

3 – REVOLUÇÃO AGRÁRIA

“As reservas indígenas sofrem pressão do latifúndio para que sejam diminuídas ou desmembradas. Outro caso é o das populações ribeirinhas ameaçadas de expulsão de suas terras pela construção das usinas do rio Madeira e criação de novas Áreas de Proteção Ambiental (Apas).”

“Em Rondônia, existem mais de 100 áreas em conflitos pela terra e o Incra é incapaz de resolver os problemas. Os camponeses cansados de promessa e enrolação abraçam, com entusiasmo, a bandeira da Revolução Agrária. Exemplo disso é a retomada da fazenda Santa Elina, em Corumbiara, 13 anos após o massacre. Tudo isto serve para vermos a importância que vai ganhar a luta pela terra na Amazônia e a necessidade de unirmos todos os camponeses, índios, ribeirinhos e demais trabalhadores da região para a defesa dos nossos direitos.”

“O 5º Congresso da LCP se realiza em meio ao acirramento inevitável da luta pela terra. Estão lançadas as condições para aprofundarmos a Revolução Agrária aplicando com mais decisão a consigna de unir todo o movimento camponês para tomar todas as terras do latifúndio.”

“Convidamos todos os camponeses de Rondônia, do sul do Amazonas, do Acre, do norte do Mato Grosso, enfim, todos que estão acampados lutando por um pedaço de terra, além dos camponeses que já conquistaram suas terras: convidamos os desempregados que estão se preparando para tomar terras, as populações ameaçadas pela construção das hidrelétricas, os povos indígenas da região, os trabalhadores da cidade: convidamos os pequenos e médios comerciantes que apóiam a justa luta camponesa, os simpatizantes, os professores, os estudantes, os intelectuais, jornalistas e artistas honestos.”

“Venham todos participar do 5º Congresso da LCP que será o momento de discutirmos os problemas da região e os rumos da luta camponesa pela conquista da terra, contra a corrupção que assola o poder público em Rondônia e todo país, e por uma Nova Democracia.

Viva o 5º Congresso da LCP! Viva a Revolução Agrária!”
Viva!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

COMBATE A CRIMINALIZAÇÃO DO MOVIMENTO ESTUDANTIL


No último dia 17 de fevereiro, o Movimento Porrada no Busão, formado por estudantes secundaristas e universitários, e diversos trabalhadores, que utilizam e sofrem com o transporte público na cidade de Porto Velho – RO, se uniram numa combativa manifestação contra o aumento das passagens nos coletivos urbanos. A prefeitura “repudiou”, como não poderia ser diferente, a manifestação e teceu inúmeras mentiras contra os manifestantes e sobre sua organização. Mas, os companheiros souberam responder à altura. Leiam os textos a seguir:


Qui, 17 de Fevereiro de 2011 - 12:41
Nota de repúdio 

A Prefeitura Municipal de Porto Velho através da Chefia de Gabinete lamenta profundamente a manifestação violenta ocorrida na manhã desta quinta feira,17, quando crianças e adolescentes liderados pelos organizadores da manifestação, investiram contra o  patrimônio público, atacando a todos com paus e pedras, inclusive os servidores do gabinete. O mais chocante foi o aliciamento de menores pela organização do movimento. A manifestação foi contida somente com a ação da policia militar que desarmou os manifestantes e dispersou o grupo.
Os organizadores da manifestação também são os responsáveis pela distribuição de um panfleto cujo símbolo é um ônibus quebrado com um soco e que faz apologia à violência e incita a população a reberlar-se com o uso de violência contra o aumento da tarifa, ação esta decidida por um conselho legalmente instituído.
Durante a manifestação, os integrantes praticaram outras violências quando depredaram ônibus antes de chegar à prefeitura, o que demonstra que a manifestação violenta foi premeditada.
A prefeitura já está tomando medidas necessárias para responsabilizar legalmente os organizadores pelo aliciamento das crianças em ações violentas, inclusive em horário escolar, e contra a depredação do patrimônio público.
Prefeitura Municipal de Porto velho




- Com a palavra o Movimento Porrada no Busão:

Nota de Esclarecimento

O Comando de Lutas em Defesa dos Direitos do Povo (CLDP) vem a público esclarecer sobre sua organização e seus objetivos acerca de suas ações, destacando a manifestação “PORRADA NO BUSÃO” que ocorreu na última quinta–feira nas ruas do centro de Porto Velho.

1- O Comando é composto por estudantes universitários ligados, ou não, a entidades de representação estudantil e estudantes de escolas de nível fundamental e médio que ajudam a construir e fortalecer o movimento estudantil independente e combativo. Denominamos-nos como tal por não lançarmos quaisquer expectativas em torno da conquista e garantia de nossos direitos por meio da dependência e boa vontade do poder legislativo, judiciário e executivo.

2- Sustentamos nossas forças no desejo e na luta diária do povo para possuir condições dignas de vida (moradia, educação, saúde, etc.) e acreditamos que a manifestação pública desperta a disposição de luta contida e acumulada há anos na juventude que hoje consolida este movimento.

3- O nome dado a manifestação divulgada como “Movimento Porrada no Busão” não faz alusão, nem incentiva a violência gratuita e injustificável, como diz a prefeitura, mas sim expressa a combatividade e a necessidade de lutar por seus direitos da maneira que o povo achar mais justo.

4- A manifestação desta última quinta-feira(17) foi antecipada por grande agitação nas ruas, dentro das escolas e na universidade, onde os estudantes convocaram todas as pessoas sem distinção de idade, na certeza de que a revolta com o caos do transporte público do município não tem faixa etária, ou seja, todos são afetados igualmente e não há idade mínima para exigir nossos direitos. Votar com 16 anos pode, mas exigir os direitos não pode? Ao contrário de políticos e sindicatos pelegos, não precisamos aliciar as pessoas nem contar mentiras para convencê-las da necessidade de lutar, mas apenas dizemos a verdade.

5- Esclarecemos que a manifestação foi realizada com o objetivo de protestar contra o aumento da tarifa para R$2,60, por melhorias na atual situação do transporte público de Porto Velho e contra a postura do Prefeito Roberto Sobrinho(PT) e seu secretário de transporte Itamar Ferreira na defesa do mega lucro dos empresários. Nosso objetivo era dizer ao povo de Porto Velho, do estado de Rondônia e do país inteiro que não podemos e nem devemos aceitar mais este abuso contra o povo trabalhador, transporte é um direito constitucional, já pagamos através de impostos e não devemos pagar de novo.

6- Quanto aos manifestantes que quebraram os dois ônibus durante a manifestação, esclarecemos que foram atos espontâneos do povo e não uma ação premeditada como afirma a prefeitura e sua chefia de gabinete, numa clara tentativa de intimidar e criminalizar o Movimento Estudantil combativo. Não somos criminosos! Somos estudantes e trabalhadores e continuaremos lutando com todas as forças até garantir nossos direitos. A atitude da juventude presente na manifestação se justifica e é legítima, o povo tem o direito de se rebelar, a radicalização da luta é reflexo do grau de exploração e revolta da população contra a violência sofrida diariamente ao utilizar o transporte público de Porto Velho. Ao invés de criminalizar e correr do debate fazendo reuniões do COMTRANS na calada da noite, o prefeito deve receber e discutir o transporte público coletivo com quem realmente utiliza e depende dele.

Porto Velho, 18 de fevereiro de 2011.

Abaixo a criminalização do Movimento Estudantil combativo!
R$2,60 NÃO! PORRADA NO BUSÃO!
PASSE LIVRE JÁ!
CLDP - Comando de Lutas em Defesa dos Direitos do Povo

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

SAUDAÇÕES VERMELHAS!

O blog Boca de Caêra, vem com muita honra saudar todos os companheiros que construíram e participaram da manifestação contra o aumento do preço das passagens em Porto Vleho - RO. Saudamos os companheiros do Comitê Porrada no Busão, pela coragem e pela ousadia revolucionária, com certeza esta manifestação é um guia para todos os estudantes alagoanos.

Imagens da manifestação contra o aumento da passagem: Porto Velho - RO
Comitê Porrada no Busão



sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

MAIS UM CAMPONÊS ASSASSINADO EM RIO ALTO - BURITIS/RO

Reproduzimos uma nota dos companaheiros da LCP de Rondônia e Amazônia Ocidental.

No dia 04 de fevereiro de 2011,  mais um camponês foi assassinado e outro gravemente ferido em uma emboscada, quando voltavam para o município de Buritis.

O fato aconteceu por volta das 10:30 na ponte do rio Candeias, no mesmo lugar que em dezembro de 2009 foram assassinados os camponeses Elcio e Gilson.

(Companheiros Elson e Gilson, assassinados pelo latifundiário Dílson Caldato)
Joãozinho como era conhecido por seus companheiros era uma das lideranças da área Rio Alto. Dias antes camponeses moradores da área alertavam que Dílson Caldato estava rondando a área com um grupo de pistoleiros.

A área Rio Alto está marcada desde o seu início pela violência do latifúndio contra as massas camponesas, pela inércia e conivência do velho Estado e seus órgãos com os crimes cometidos pelo latifúndio.

No final do ano passado foi feito um acordo com o Incra para que a violência contra os camponeses parasse. E agora novamente mais um camponês assassinado e outro gravemente ferido.

O povo quer terra, não repressão!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

JUSTIÇA DO LATIFÚNDIO CONDENA PROFESSORA EM RONDÔNIA

Retirado do blog LUTA POPULAR



Jaru, 09 de setembro de 2010

Aos camponeses pobres, aos estudantes, aos operários e trabalhadores em geral, aos intelectuais honestos, aos movimentos e personalidades democráticas,

Em julho de 2010 saiu mais uma sentença absurda do judiciário rondoniense. A vítima desta vez foi a professora Yara Nogueira, da Escola Popular. Ela foi condenada ao pagamento de um salário mínimo ou ao trabalho comunitário (8 horas semanais por 3 meses) por poluição ambiental! Em abril de 2007, Yara e outros dois ativistas colavam cartazes pelas ruas de Jaru denunciando o julgamento do camponês Wenderson, conhecido como Ruço quando foram presos e interrogados pela Polícia Militar!

Desde 2003 a professora Yara atua na Escola Popular. Ela trabalhou com educação de crianças, de jovens e adultos em Corumbiara e em Theobroma e na formulação e apoio à Campanha de Alfabetização em todo o estado. Durante todos estes anos Yara também tem uma militância ativa no apoio à luta pela terra, por isto é conhecida e muito querida por camponeses e professores da região.

Esta foi a verdadeira causa da condenação de Yara: apoiar a luta camponesa. Mas a “justiça” esconde seus motivos com a desculpa de “crime ambiental”. Ora essa, se estivesse realmente interessada em coibir a poluição visual condenaria todos os candidatos que espalham suas mentiras por todas as cidades durante o período da farsa eleitoral. Condenariam igualmente os organizadores de festas, shows e rodeios que divulgam seus eventos com cartazes.

Mas esta é a realidade em Rondônia: apoiar a luta pela terra é crime!

Lembremos resumidamente o caso Ruço.

O camponês Ruço foi preso no início de 2003 e processado injustamente pela morte de um pistoleiro do latifundiário Antônio Martins dos Santos, conhecido como Galo Velho, um dos maiores grileiros de terras públicas da região. Seu processo foi um exemplo de como a “justiça” atua a serviço do latifúndio no estado. A juíza Fabíola Cristina Inocêncio Sarkis cometeu toda sorte de irregularidades, dentre as quais, o adiamento do julgamento de Ruço em setembro de 2006. Ela temia que o júri popular inocentasse Ruço, pois uma ampla campanha de nível nacional e internacional denunciando a farsa de sua condenação atingiu a população de Jaru. Panfletos, atos públicos, entrevistas em rádios, debates em salas de aula e inclusive uma Carta Aberta assinada por quase 500 entidades e personalidades democráticas de renome, esclareciam a verdade que era escondida pelos monopólios dos meios de comunicação.

Remarcado para abril de 2007, os movimentos, entidades e ativistas democráticos, dentre eles a professora Yara, se desdobraram para fazer nova campanha de propaganda. Novamente passaram em rádios, salas de aula, distribuíram panfletos e colaram cartazes pelas ruas de Jaru. Centenas de pessoas foram acompanharam o julgamento dentro e fora do Fórum e finalmente Ruço foi libertado.

As perseguições ao camponês Ruço, a sentença contra a professora Yara não nos surpreende mais. É a realidade da luta pela terra em Rondônia e em todo o Brasil. Justiça só existe para os latifundiários. Aos camponeses e seus apoiadores restam os despejos, criminalização e desmoralização, prisões, processos e o assassinato por pistoleiros.

Esta situação que tanto nos indigna, tem que nos mobilizar. Temos que ampliar a justa luta pela terra, sua divulgação e defesa pelos quatro cantos do país.
 
Pelo cancelamento imediato da sentença contra a professora Yara!

O povo quer terra, não repressão!

Morte ao latifúndio! Viva a Revolução Agrária!